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A conduta diante de gestantes com traço falcêmico é fazer aconselhamento genético e oferecer eletroforese para o companheiro, pois uma pessoa com Traço Falciforme tiver um filho com outra pessoa que também tem Traço Falciforme ou Traço de outra hemoglobinopatia (por exemplo, hemoglobinopatia “C” ou “D” ou alfa talassemia ou beta talassemia) pode acontecer de ter um filho com Doença Falciforme ou Anemia Falciforme. Com exceção destes aspectos o acompanhamento pré-natal é o mesmo que das gestantes de risco habitual, pois não há risco maior para gestação. No caso de companheiro portador de traço falciforme também, existe chance de 25% da criança ser homozigota para doença falciforme.

Veja os desenhos para entender o que pode acontecer em cada gravidez:

Referências:

  1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada Doença falciforme: condutas básicas para tratamento/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Especializada. – 1. ed., 1. reimpr. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doenca_falciforme_condutas_basicas_tratamento.pdf>. Acesso em: 05 de abril de 2019.
  2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Hospitalar e de Urgência. Doença falciforme: diretrizes básicas da linha de cuidado/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Especializada e Temática. – Brasília: Ministério da Saúde, 2015. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doenca_falciforme_diretrizes_basicas_linha_cuidado.pdf>. Acesso em: 05 de abril de 2019.

 Teleconsultoria respondida por Naiara de Andrade: Teleconsultora de enfermagem. Enfermeira especialista em Enfermagem Obstétrica.