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Considerando todos os cuidados preventivos durante a visita domiciliar, é recomendado o ACS preencher a Ficha B, disponível no site: http://www.saude.ba.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/FICHA-B-Si%CC%81ndrome-Gripal.pdf, orientar ao usuário quanto ao uso de Equipamento de Proteção Individual – EPI (máscara cirúrgica) e realizar higienização das mão e punhos com álcool a 70%; reforçar sobre a importância do isolamento domiciliar, orientando da seguinte forma: “Os casos suspeitos devem ficar 10 (dez) dias em isolamento domiciliar a partir da data dos sintomas (análise clínica) ou até sair resultado do exame negativo, e, em caso de exame positivo deverá ficar em isolamento domiciliar por 10 (dez) dias a partir do início dos sintomas, ou, 9 dias em caso de exame positivo de assintomático, deverá permanecer em isolamento por 10 (dez) dias a partir da data da coleta do exame, se for realizado Teste Rápido e, 10 (dez) dias a partir da data da coleta se for realizado RT-PCR”¹.
Diante de uma piora do quadro clínico e sinais de alerta de algumas complicações como o aparecimento, elevação ou piora de febre, assim como, o aparecimento ou piora de sinais respiratórios, taquicardia, dor no tórax, fadiga e dispneia, informar sobre a necessidade de buscar atendimento em caso de agravamento dos sinais e sintomas. Vale ressaltar que é indispensável o uso de EPIs para não contaminação com o SARS-CoV-2 durante a visita domiciliar, como a máscara cirúrgica enquanto estiver em atividade laboral, o álcool em gel a 70% para higienização durante todo o período, além de ser recomendável o uso de Protetor Facial ou uso de óculos de proteção nas atividades que necessitem ter contato A MENOS DE 1 METRO de usuário suspeito ou com COVID 19¹.

Dessa forma, é necessário acompanhar o cumprimento do isolamento domiciliar e comunicar à equipe todos os casos de descumprimento¹.

O ACS que apresentar febre e qualquer sintoma respiratório (tosse, coriza, dor de garganta, falta de ar, etc), deve permanecer em isolamento domiciliar conforme orientação do médico e/ou enfermeiro. Os ACS com mais de 60 anos e/ou condições crônicas devem trabalhar na Unidade de Saúde em atividades de monitoramento e administrativas que não demandem atendimento ao público².

Para mais informações quanto às orientações para organização da Atenção Básica, no acompanhamento e monitoramento dos casos de COVID-19, acesse o documento disponibilizado pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia: http://www.saude.ba.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/NOTA-T%C3%89CNICA-N%C2%BA-05-Ficha-B-S%C3%ADndrome-Gripal.pdf.

Referência Bibliográfica:

1.Bahia. Secretaria de Saúde do Estado. Diretoria da Atenção Básica. Orientações gerais sobre a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde no cenário de Pandemia, Setembro 2020. Disponível em: <http://telessaude.ba.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/20200818-Manual-ACS_vers%C3%A3o-eletronica-set.pdf>. Acesso em: 07/10/2020.

2.Brasil. Ministério da Saúde. Recomendações para adequação das ações dos agentes comunitários de saúde frente à atual situação epidemiológica referente ao COVID-19. Disponível em: http://www.cosemssp.org.br/wp-content/uploads/2020/03/20200324_recomendacoes_ACS_COVID19_ver001_final.pdf. Acesso em: 07/10/2020.