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Diante desses casos em áreas onde a COVID-19 está amplamente disseminada não descartam-se a possibilidade  de  infecção  pelo  vírus  SARS-CoV-2.   Vale ressaltar que se um  resultado  negativo  foi  obtido  de  um  paciente  com  alta  probabilidade  de  infecção por SARS-CoV-2, sobretudo, quando foram analisadas apenas amostras do trato respiratório superior, é conveniente, se possível, coletar amostras de vias respiratórias inferiores e testar novamente.Seguem alguns fatores que podem interferir no resultado:¹

“• Amostra  de  má  qualidade,  contendo  pouco  material  do  paciente  (como  controle,  considere determinar se existe DNA humano adequado na amostra, incluindo um alvo humano no teste de PCR).

  • Amostra foi coletada em uma fase muito precoce ou tardia da infecção. Amostra não foi manuseada e enviada adequadamente.
  • Razões técnicas inerentes ao teste como, por exemplo, mutação do vírus ou inibição de PCR.”

 

É  excepcionalmente  importante  salientar  que  os  laboratórios  que  realizam  testes  para  o  vírus  COVID-19 devem atender exatamente as práticas apropriadas de biossegurança.¹

 

Referência Bibliográfica

 

Brasil. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional pela Doença pelo Coronavírus 2020. Disponível em: https://www.saude.gov.br/images/pdf/2020/April/06/GuiaDeVigiEp-final.pdf> Acesso em: 29/04/2020.