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Os testes rápidos são testes de triagem que produzem resultados em, no máximo, 30 minutos, sendo um exame com fim diagnóstico e seu resultado é considerado provisório¹. No caso do teste rápido para HIV é indicado apenas para fins de tomadas de decisão terapêuticas em emergências específicas. Vale ressaltar que mesmo com um teste reagente para HIV deve realizar um novo teste com metodologia diferente do primeiro para confirmar o diagnóstico¹. Nestas situações, os testes rápidos se mostram convenientes para se indicar um tratamento profilático em tempo hábil e com boa relação de custo-efetividade, justificando assim o seu uso¹. A testagem para as hepatites B no pré-natal devem ser feitas, preferencialmente, com exames de sorologia (HBsAg). No caso de teste rápido reagente para sífilis, uma coleta venosa deverá ser realizada para pesquisa laboratorial². Neste caso é imprescindível que a amostra reagente o paciente seja encaminhado o mais rápido possível, e em caráter prioritário, para realização de testes confirmatórios (sorológicos).(3)(4)

Referências:

1BRASIL. Ministério da Saúde. Testes rápidos: considerações gerais para seu uso com ênfase na indicação de Terapia Anti-retroviral em Situações de Emergência. Unidade de Assistência, Unidade de Laboratório e Rede de Direitos Humanos da Coordenação Nacional de DST/Aids Ministério da Saúde. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/61testes_rapidos.pdf. Acesso em: 28 de outubro de 2020.