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A doação de órgãos é o mais sublime ato de amor à vida. O Brasil se destaca mundialmente pelo número de transplantes realizados, bem como por possuir o maior sistema público de transplantes, assegurando a realização de todos os procedimentos de transplante pelo SUS. Além disso, temos legislação sólida que normatiza todas as atividades de captação, doação e transplantes de órgãos e tecidos no país, o que imprime ao sistema mais transparência e credibilidade.

A legislação dos transplantes tem como diretrizes:
• A gratuidade da doação;
• Beneficência em relação aos receptores;
• Não maleficência em relação aos doadores vivos;
• Estabelece garantias e direitos aos pacientes que necessitem desses procedimentos;
• Regula toda a rede assistencial através de autorizações e avaliações constantes de funcionamento de equipes e instituições que realizam transplantes.

A negativa familiar é um fator preocupante no nosso estado, somente cerca de 40% dos entrevistados para doação de órgãos e tecidos dizem SIM À DOAÇÃO. Diversas causas estão atreladas a essa decisão, que vão desde ao conceito e credibilidade das pessoas em relação aos seus semelhantes (o que pensamos de nós mesmos e da nossa sociedade), o atendimento obtido nas unidades de saúde, conceito de morte, despreparo emocional da família para tomar uma decisão até o desconhecimento do desejo do falecido quanto ao assunto e o desconhecimento da família quanto ao processo de doação de órgãos e tecidos.

 

Fonte: SESAB (http://www.saude.ba.gov.br/transplantes/)